domingo, 9 de fevereiro de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
curiosidades do mundo antigo - homens ilustres - camilo
A vida de Fúrio Camilo (389 a 308 a.C) é tão ou mais chata que a de Publícola (caso haja interesse, leia clicando aqui). Só que ao invés dos intermináveis malabarismos políticos, a vida de Camilo são capítulos e capítulos descrevendo detalhes de batalhas (sempre com muitos sacrifícios e preces aos deuses) contra os gauleses, definitivamente expulsos de Roma pelo biografado após a primeira bem sucedida e a segunda frustrada tentativas de invasão.
(Haverá motivo para os romanos ilustres serem tão desinteressantes em contrapartida aos surpreendentes helênicos? Ou será preconceito, preferência pessoal pelos últimos?).
Mesmo com toda a chatice, resolvi fazer uma releitura dinâmica para não deixar passar nenhuma fofoca. Nada. Nem um retrato desenhado... Passemos então para a vida de Péricles, que não deve ser confundido com pagodeiro nem com jogador de futebol. Em breve.
(Haverá motivo para os romanos ilustres serem tão desinteressantes em contrapartida aos surpreendentes helênicos? Ou será preconceito, preferência pessoal pelos últimos?).
Mesmo com toda a chatice, resolvi fazer uma releitura dinâmica para não deixar passar nenhuma fofoca. Nada. Nem um retrato desenhado... Passemos então para a vida de Péricles, que não deve ser confundido com pagodeiro nem com jogador de futebol. Em breve.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
da série portfólio: o triunfo da morte
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| O triunfo da morte: sobre Brueghel (foto: Rui Faquini) |
Dimensões: 210cm x 160cm
Técnica: acrílica e tinta automotiva sobre compensado
Ano: 1991
Prêmio aquisição do XII Salão Nacional de Artes Plásticas - Prêmio Brasília.
Acervo do Museu de Arte de Brasília - MAB
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
curiosidades do mundo antigo - homens ilustres - temístocles
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Desde a infância Temístocles era ambicioso de grandes realizações e nascido para o manejo dos negócios. Achava um saco estudar as artes de entretenimento honesto e elegante (como a música), mas quando o assunto era política ou negócios públicos ele tinha orgasmos. Nas folgas dos estudos, jamais brincava nem permanecia ocioso, como faziam as demais crianças, mas era sempre encontrado decorando ou compondo sozinho algum discurso.
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Até o capítulo XXXIII são descritas as peripécias de guerra que culminaram com a derrota de Xerxes e dos persas em Salamina. Porém, vamos logo ao que interessa nessas postagens cobertas pela poeira dos séculos: fofocas.
Temístocles foi adversário político de Aristides. Dizem as más línguas que as divergências começaram em razão da disputa pelo amor do belo Estesislau. Depois desse ciúme inicial (parece que o bonitão escolheu Aristides), ambos continuaram para sempre a tomar partidos contrários até, a certa altura, Temístocles banir para sempre Aristides de Atenas e finalmente pegar Estesislau.
Certa vez, depois da fama adquirida com a vitória contra os persas, outro gatão sarado chamado Antifates, que esbanjara (se recusara, altivamente a ele, sem dar-lhe importância) Temístocles na época em que ele era desconhecido, veio fazer-lhe a corte. Temístocles dispensou o bofe, mais ou menos assim: querido, quando eu quis você não me deu bola; gora que estou por cima da carne seca, vai ver se eu estou lá na esquina. Essa frase atravessou os séculos. Sendo recriada e revivida recentemente na voz do Félix da novela.
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Mais um pouco de história séria:
O povo grego era muito volúvel. Em um dia amavam e idolatravam um homem público. No dia seguinte, por qualquer mexerico, passavam a odiá-lo com todas as forças, geralmente condenando-o ao ostracismo, que significava exílio por no mínimo 5 anos. Foi o que se sucedeu a Temístocles. Depois de ter feito tanto pela glória ateniense, depois de muita perambulação, foi chegar ao seio do povo persa, os antigos inimigos.
Porém, como bom político que era, logo conquistou a graça do sucessor de Xerxes. Passou a trabalhar para o rei, conquistou cidades, aconselhou, legislou. Mas quando foi obrigado a lutar contra os gregos, Temístocles ofereceu um solene sacrifício aos deuses, no qual festejou seus amigos de quem se despediu, pondo fim à vida ao beber sangue de touro junto com uma espécie de veneno que mata o homem dentro de 24 horas.
O rei persa admirou a lealdade do grego, ordenando construir-lhe uma sepultura magnífica na praça da cidade de Magnésia, e fixando algumas honrarias para os descendentes do homenageado, que duraram muitos séculos.
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