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domingo, 29 de junho de 2014
quinta-feira, 19 de junho de 2014
leitura imperdível da semana
de Berê Bahia
Edição do autor
2012
Uma reflexão sobre a história de Brasília através dos filmes que registram a saga da construção, da mudança da capital e seus desdobramentos políticos, culminando com o golpe militar de 1964, os anos de chumbo da ditadura, a abertura, a anistia, as eleições diretas para presidente, a volta da redemocratização e finalmente o cotidiano da cidade revelado pelas lentes dos brasileiros e brasilienses.
(do texto de apresentação, pela autora).
Leitura muito agradável. Desde os primeiros documentários feitos para cine-jornais da época da construção da cidade até os grandes clássicos do cinema brasileiro que passaram pelo Festival de Cinema de Brasília.
Paralelamente à exaustiva ficha técnica e sinopse dos filmes, Berê Bahia fala sobre a biografia dos diretores, atores e outros profissionais realizadores, narrando situações anedóticas de detalhes curiosos. Isso tudo situado e contextualizado aos fatos mais importantes da história brasileira no período.
terça-feira, 27 de maio de 2014
zeugma, em breve
Zeugma é a figura de linguagem pela qual se subentendem, em uma ou mais frases ou orações, palavras expressas em outra frase ou oração que com essas está ligada. Ex.: foi lançado o satélite, e [foram] capturados os seus sinais.
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Zeugma é o nome de uma antiga cidade romana, às margens do rio Eufrates, na Ásia Menor. Conta Plínio, o Velho, que a cidade era um ponto estratégico na rota da seda, que estabelecia o comércio do ocidente com a China. Em suas ruínas foram recuperados os famosos Mosaicos de Zeugma, hoje expostos no Museu de História da cidade de Gaziantep. As ruínas de Zeugma estão hoje encobertas pelas águas de uma represa de Birecik, ao sul da Turquia, próxima à fronteira com a Síria.
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Zeugma é também o título de um texto-imagem pop-enciclopédico que, queiram os deuses, será brevemente publicado, junto com O Livro dos Cacos, em primorosa, requintada, cuidadosa edição, para o deleite de leitores e admiradores.
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Zeugma é o nome de uma antiga cidade romana, às margens do rio Eufrates, na Ásia Menor. Conta Plínio, o Velho, que a cidade era um ponto estratégico na rota da seda, que estabelecia o comércio do ocidente com a China. Em suas ruínas foram recuperados os famosos Mosaicos de Zeugma, hoje expostos no Museu de História da cidade de Gaziantep. As ruínas de Zeugma estão hoje encobertas pelas águas de uma represa de Birecik, ao sul da Turquia, próxima à fronteira com a Síria.
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Zeugma é também o título de um texto-imagem pop-enciclopédico que, queiram os deuses, será brevemente publicado, junto com O Livro dos Cacos, em primorosa, requintada, cuidadosa edição, para o deleite de leitores e admiradores.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
crítica tardia (e presunçosa) para ninguém ler
| (Foto da foto de Dora Levy, no catálogo da instalação Grande sertão: veredas, concebida para a inauguração do Museu da Língua Portuguesa, São Paulo, março de 2006) |
Ganhei de presente outro dia uma edição especial comemorativa dos 50 anos do Grande sertão: veredas, acompanhada de um catálogo da instalação de Bia Lessa criada para a inauguração do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo, em 2006. Eu vi a exposição mas por pão-durice ou falta de grana mesmo, não tinha comprado o pacote.
Depois de tantos anos, revendo o material, escrevi há pouco uma crítica retardatária e presunçosa. Dois trechos:
Elementos da instalação são um verdadeiro luxo: as 415 folhas dos originais, datilografadas e corrigidas pelo autor, foram reproduzidas e impressas em tecido, em grande formato, e dependuradas por todo o espaço, podendo ser manuseadas e lidas pelos visitantes por meio de um sistema de roldanas e contrapesos feitos com saquinhos de areia. A instalação podia ser percorrida seguindo-se 7 roteiros marcados no chão, representando trajetórias dos personagens (Riobaldo, Diadorim, Interlocutor, Diabo) e/ou eventos-acontecimentos do/sobre o romance (Estudos para Obra e Original, Fragmentos, Batalha).
Bia Lessa (diretora, atriz, artista multimídia) afirma no texto de apresentação a impossibilidade de trabalhar o Grande Sertão em imagens. Então ela borda, imprime ou projeta fragmentos do texto do romance aplicados a tecidos, tapetes e materiais de construção: pilhas de tijolos, andaimes, tambores, galões, baldes, cordas, terra vermelha, areia, restos e entulhos aproveitados da própria obra do recém-construído Museu.
Daí em diante meu texto foi só detonação. Abusei de palavras depreciativas: sujeira, equívoco, superficialidade, etc.
Antes de publicar, resolvi ver/ouvir o CDrom que acompanha o catálogo. Rememorei a visita há 8 anos.
Fiquei tão fixado no não-gostar dos materiais de construção e escombros e entulho usados como suportes dos fragmentos de texto que me esqueci da beleza da parte tecnológica da instalação - as projeções de vídeos; os depoimentos (Antonio Callado, Antonio Cândido, Décio Pignatari, Haroldo de Campos e vários outros); das fotografias; e da emocionante leitura do trecho final do romance, por Maria Bethania - presentes na instalação e no CDrom).
Então entendi que não tinha entendido nada. O simplista, o sujo, o equivocado, o superficial era eu. Eu me senti ridículo, idiota. Me arrependi. Só não apaguei o texto para guardar, para me lembrar, daqui para a frente, em pensar 100 vezes antes de falar mal de algo que a inteligência não alcança.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
portfolio: obscuro-brilhante. pinturas circenses. 1991
domingo, 9 de fevereiro de 2014
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