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quinta-feira, 12 de junho de 2014
terça-feira, 18 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
da série portfólio: o triunfo da morte
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| O triunfo da morte: sobre Brueghel (foto: Rui Faquini) |
Dimensões: 210cm x 160cm
Técnica: acrílica e tinta automotiva sobre compensado
Ano: 1991
Prêmio aquisição do XII Salão Nacional de Artes Plásticas - Prêmio Brasília.
Acervo do Museu de Arte de Brasília - MAB
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
30 desenhos
Essas são as imagens e texto do convite da exposição 30 desenhos, minha primeira individual, no Espaço Cultural 508 Sul e em Goiânia, no ano longínquo de 1994.
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O resgate disso se deu em razão de uma brincadeira de internet: povoar o Facebook com imagens de arte, ao invés de pratos de restaurantes, eventos festivos ou animais de estimação. Fui provocado: eu deveria publicar uma imagem de trabalho do artista/escultor Maurício Bentes.
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Vamos aos fatos históricos.
Era 1994. Eu vivia um momento de reflexão, e só agora eu me dei conta disso. Do tipo: bonança depois da tempestade. Paz e tranquilidade depois do tumulto dos salões, das vernissages, das pinturas em grandes formatos, das visitas aos ateliês, das viagens, dos contatos profissionais promissores, que todo artista iniciante vive e almeja.
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Minha existência artística sustentava-se pela atuação paralela como caixa de banco. Eu trabalhava em uma agência recém-inaugurada em um órgão público. Por isso havia pouquíssimo movimento, exceto no período de pagamento.
Como bom capricorniano, eu não suportava os longos períodos de ócio forçado da agência. Então tive a ideia: cortar meus blocos de desenho em pequenos formatos (15 x 15 cm), comprar meia dúzia de novas canetas nanquim e levar tudo para o guichê do caixa. Eu preenchia o tempo desenhando nas longas horas do expediente bancário.
Assim surgiram, às centenas, os pequenos bicos de pena.
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Eram desenhos despojados e despretensiosos. Inspirados na anatomia fantástica de Ambroise Paré e nas ilustrações dos livros de ciência escolares.
Alguém gostou dos desenhos. Esse alguém comentou com fulano e sicrano e beltrano. Mesmo não havendo redes sociais, o material chegou às mãos de Maurício Bentes, artista que eu gostava muito, mas que só conhecia superficialmente. Naquele tempo as coisas eram mais fáceis, descomplicadas.
Maurício gostou dos desenhos. Incentivou. Sugeriu a exposição. Eu consegui o espaço. Na maior cara-de-pau, pedi: pô, Maurício, escreve pra mim! Ele escreveu.
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(Das centenas de desenhos, foram escolhidos e emoldurados 30, para a exposição. O resto foi queimado junto com muitos outros trabalhos, em um surto de loucura coletivo-doméstico. Restaram alguns, guardados para a posteridade em caixas de madeira fabricadas por mim, graças aos também dotes de marceneiro).
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A curadoria foi fundamental (agradecimentos eternos ao ex-!). Os desenhos foram valorizados pela moldura impecável, passe-partout importado, com filigrana dourada, com apoio da Casa da Moldura e do salário de bancário. A gráfica Charbel patrocinou o papel laminado do convite, gramatura 300 g/m2 (no mesmo formato dos desenhos emoldurados). O Espaço Cultural 508 Sul estava no auge, sob a direção e apoio irrestrito da dupla TT Catalão/Wagner Barja. A exposição na Galeria Parangolé foi um sucesso. Saiu até matéria em Jornal (Marcus Savini). Almir Israel fotografou os trabalhos (fotos perdidas).
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Foi a primeira (e única) vez que vendi trabalhos. Hoje dependurados nas paredes das casas das pessoas de gosto estético mais sofisticado da cidade.
Mas o mais importante foi a amizade com Maurício Bentes. Que durou pouco, mas foi intensa e frutificou. Deixando muitas saudades.
(Agradecimentos ao Leôncio Mário por resgatar esse momento)
sábado, 11 de janeiro de 2014
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
3 imagens da internet
segunda-feira, 29 de abril de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
sexta-feira, 5 de abril de 2013
sábado, 30 de março de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
timothy cummings
segunda-feira, 11 de março de 2013
sábado, 9 de março de 2013
terça-feira, 5 de março de 2013
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
curiosidades do mundo antigo - teseu e o minotauro (2)
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| Ilustração de N. Mengden para a 1a. edição em português de As Vidas dos Homens Ilustres, de Plutarco. |
a) qualquer pessoa com letramento básico estaria careca de saber a história de Teseu e do minotauro;
b) o resumo do mito é confuso, incompleto e deixa a desejar em termos estilísticos;
c) é uma forçação (sic) de barra resgatar a realidade e as necessidades literárias de Plutarco (mortas com ele há pelo menos 2.000 anos) para os tempos atuais;
d) que é básico para um autor saber contar várias versões da mesma história sem perder o senso de veracidade.
e) que Plutarco foi esperto, tirando o c* da reta ao apresentar as várias interpretações sem em nenhum momento defender a sua própria visão dos fatos;
f) o texto é extenso, prolixo ao extremo e carece de conclusão.
Leitora Impaciente conclui com conselhos, advertências e admoestações:
g) que eu redirecionasse os investimentos financeiros - das velharias corroídas de traça e cheirando a mofo dos sebos físicos ou virtuais para a nova e novíssima produção literária, nacional e estrangeira (anexou à mensagem uma lista intitulada: 100 livros contemporâneos para se ler antes de morrer);
h) que eu me abstivesse de encher as caixas postais e as redes sociais dos milhões de leitores com esse tipo de pseudo-literatura cansativa e demodê.
i) caso eu insistisse em remexer e publicar aquela velharia sem sentido, em atualizar essas histórias arcaicas que nada ou quase nada interessariam às novas e novíssimas gerações digitais, eu perderia parcela considerável dos milhões de leitores arrebanhados nessas quase 3 décadas dedicadas à literatura e às artes em geral.
Tive a impressão de não uma ponta, mas um iceberg inteiro de ironia nas metáforas e nos superlativos de Leitora Impaciente. Não fosse a dúvida eu me magoaria com a contundência dos apontamentos. Porém compreendi-lhe o intuito. Puro e desinteressado desejo de ajudar a me libertar de amarras, do lastro inútil que me prende e me arrasta, como uma corrente subaquática, às profundezas do passado.
Agradeço-vos de coração e alma abertos, Leitora Impaciente. Envidarei todos os esforços a seguir-lhe os conselhos sábios e publicar de hoje em diante, apenas coisas novas. Permita-me no entanto um único pedido: sua condescendência em postar de vez em quando um comentário ou outro, até concluir a leitura dos 12 volumes do ensebado Plutarco. Prometo caprichar nas ilustrações...
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